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sexta-feira, 11 de março de 2011

DEUS AJUDA A QUEM SE AJUDA

Você conhece a história de um homem que ficou preso em sua casa durante uma inundação? Bem, um barco veio pra resgatá-lo mais ele acenou para a equipe de resgate, dizendo: “Deus vai me resgatar!” Tentaram socorrê-lo várias vezes, mas sempre ele negava e dizia a mesma coisa: “Deus vai me resgatar!”.

Como era de se esperar, as águas subiram ainda mais e o homem morreu afogado. Chegando ao céu, reclamou de Deus e disse: “Eu esperava que o Senhor fosse me resgatar!” E disse Deus: “Mandei dois barcos e um helicóptero para ajudá-lo!

Quase podemos ouvir Deus dizer: “Lembre-se, Deus ajuda a quem se ajuda”.

Não demos sentar e esperar que Deus faça tudo por nós. O Senhor realmente espera que aproveitemos um barco ou um helicóptero se precisarmos ser resgatados.

Na verdade, Deus só nos ajuda se fizermos algum esforço. Ajuda não significa não fazer nada e alguém vem e faz por nós. Ajudar, nesse caso, significa que, quando todo o nosso poder e capacidade se acaba, não conseguindo assim alcançar nosso objetivo, pra alcança-lo é preciso uma força extra, uma ajuda, e é aí que Deus entra em cena e é apenas nesse caso que devemos pedir a ajuda. Pedir ajuda quando não está precisando é acomodação. Será que Deus ajudaria um acomodado?

Paulo por exemplo disse que se um homem não trabalhasse, não deveria comer (II Ts 3:10). Thiago diz aos crente: “Aproxima-se de Deus, e ele se aproximará de vocês!” (Tg 4:8). Aliás, em meio a diversidades de passagens bíblicas salientando sobre a ajuda de Deus, em Is 41:10 Deus diz para o povo não temer e nem se assombrar. Ora, não temer nem se assombrar significa não ficar parado em meio a uma situação. Porque quem teme e quem se assombra, está estacionado, mas quem decide NÃO temer e NÃO se assombrar, está fazendo alguma coisa pra tentar ou mesmo sair da situação. E no término da passagem Deus diz: “... Eu te fortalecerei e te AJUDAREI...”.

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quinta-feira, 10 de março de 2011

A GRAÇA QUE ME ENTENDE MAIS QUE NÃO CONSIGO ENTENDER


Já ouviu falar em Nietzsche? Não? Bem, ele foi um dos maiores filósofos ateus que já existiu. Não quero aqui tecer comentários da vida do tal porque não é esse meu objetivo no momento.

Os pais e avós de Nietzsche eram pastores. Estudou filosofia e teologia, tornando-se doutor. Após contrair uma doença (não se sabe qual realmente era), foi deixando os estudos de lado.

Pra ele, Deus estava morto. Os homens inventaram um deus ridículo e fictício. O alvo de seu ataque sempre era Deus. Seu ponto de partida é a não existência de Deus. O homem, portanto, é deixado por conta própria, visto que Deus já não existe, o homem deve cunhar seu próprio modo de vida.

Será que um homem desse naipe estará à mesa com Abraão, Isaque e Jacó, no Banquete Eterno, na Festa que não tem fim, nas Bodas Universais do Cordeiro? A princípio, nossa resposta mais clara seria: NÃO! CLARO QUE NÃO! A FINAL DE CONTAS ELE É UM ATEU!

Mas pense: Talvez ele estará pela mesma razão que eu e você também estaremos - Pela Graça, que não vem de nós, e que é dom de Deus, e que alcança até quem não a entendeu. Afinal, é Deus quem entende o homem. Não é o homem quem entende de Deus.

Não é “universalismo” aquilo no qual eu creio. No “universalismo” todos são “forçados” a salvação. E eu não creio nisto, pois creio que podem existir condições de consciência que podem ir escolhendo “mortes” até a morte; e, depois de prová-las todas, podem até mesmo escolher a total extinção da Segunda Morte.

Vale lembrar que não existe uma única advertência de Jesus acerca de se ver alguém no céu. Ele mesmo viu publicanos, meretrizes e pecadores de todos os tipos assentados à Mesa. No entanto, existe o mandamento fulminante para que se deseje aos outros todo o bem que queremos para nós, e que não julguemos a ninguém para não sermos julgados com o mesmo critério, e, ainda, no sentido de que não se ponha a alma de um irmão no inferno ou na inexistência (Raca); pois, sobre tal juízo e perversidade vem o julgamento do qual não se sai até que se pague o “ultimo centavo”.

Quanto a Nietzsche, o fantástico filósofo louco e anticristão, vejo nas suas lutas contra o cristianismo histórico, uma aflição devocional, presente apenas em quem adoraria encontrar com Jesus. Só isto! E Isaías diz que “no Caminho Santo há lugar até para o louco.”

Ora, se tal misericórdia me cobre, creia, cobre a Nietzsche também!

E se me cobre e cobre a Nietzsche, que não dizer de sua grandeza sobre os pobres e os seres desprezados da Terra, dos quais Jesus se diz irmão.

Portanto, repito: Deus quem entende o homem. Não é o homem quem entende de Deus.

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sábado, 5 de março de 2011

ALERTA AOS PREGADORES DO EVANGELHO!

Onde está a “verdadeira” igreja entre a diversidade de tantas igrejas? A igreja é uma, pois Cristo é um. Aqueles que são unidos a Cristo são unidos à Sua igreja e um ao outro. A igreja é diversa porque nenhuma comunidade de fé ou comunhão de crença, nenhuma congregação ou denominação pode cumprir todo o evangelho tudo de uma só vez.

Diversas formas da igreja existem, não porque o evangelho é relativo ou ‘aguado’ para atingir cada possível circunstância, mas porque o evangelho é relevante, respondendo às divergentes necessidades de pessoas, culturas, e sociedades. Mas deve-se levar em conta que o Evangelho é puro, só fala de Cristo e nos orienta a viver apenas a cruz. Essa é chave de toda interpretação, Jesus. Embora o Evangelho seja relevante, muita coisa de hoje seria diferente se em todas as "denominações" fossem adotada essa principal chave de interpretação.

Na verdade, nós pregadores deviríamos voltar às ministrações antigas, aquelas em que se pregava a Cruz de Cristo, sem se importar com a questão de querer se provar a veracidade inspiratória da palavra. Hoje ninguém quer pregar mais a mensagem da cruz, hoje os pregadores pregam o que dá certo e não o que é certo. Chega de conhecimentos paliativos, chega de encher a lingüiça do povo, vamos pregar a Cristo, e esse crucificado! II Co 2:2.

Se fomos chamados, devemos ser aquele que anuncia apenas o Evangelho, mais nada, pois muitos dos homens de Deus mais poderosos permanecerão incógnitos (desconhecidos) e não serão vistos pelo público. Eles não têm desejo algum de construir grandes ministérios e não cobiçarão a fama e a fortuna. São celibatários espirituais; não violentarão a noiva. Muitos dos que são considerados "generais" pelas pessoas em geral serão soldados rasos aos olhos de Deus. Alguns dos que estão nas fileiras mais baixas aos olhos humanos serão generais de alto nível para Deus.

Com amor,

Rubens Jr.

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sexta-feira, 4 de março de 2011

RELIGIÃO NÃO! ESPIRITUALIDADE SIM!

Vez por outra encontro pessoas conversando sobre o assunto e outros que costumam a me perguntar: "Qual a sua religião?" De acordo com o ambiente, tento não os responder, porque respondendo, teria de tirar o véu que ainda está sobre a sociedade contemporânea a qual diz: "Se você não tiver uma religião, ou você é ateu ou mentiroso." Esse véu só poderia ser tirado com o poder da explicação baseada no que rege as coisas espirituais, a saber, a Bíblia. 

Eu poderia responder a uma pergunta como essa da seguinte forma, embora minha resposta nunca é pequena: "Eu sou de Deus (Jesus), não sou mais nada."

A grosso modo, quem é de Deus, é, e pronto! Quem é católico é, e não é nada mais do que católico. Quem é espírita, é, e não é nada mais do que espírita, e etc... Portanto, sendo de Deus elimino de sobre mim toda as características chulas de ser um religioso da religião católica, espírita e dentre outras.

Quem crê que Jesus é Sumo Sacerdote segundo uma ordem que transcende a religião de Abraão, crê, daí para frente, não mais em religião, mas apenas em espiritualidade em Cristo, conforme o Evangelho. 

Jesus pregava, orava com doentes e oprimidos, ensinava o evangelho e anunciava a chegada do Reino de Deus; além de acolher pessoas, andar com elas, reuni-las e fazerem-nas sentirem-se irmãs umas das outras, e, sobretudo, deixando a elas claro que o maior poder de testemunho que teriam neste mundo viria exclusivamente da capacidade que tivessem de amarem-se umas às outras — "para que o mundo creia". 

Desse modo, tudo o que Jesus faz e ensina nos evangelhos é o que nos concerne, e, sobretudo, Seu modo de ser, pois, é da observação de Seu modo de ser e andar que se tem, segundo Ele, a chance de em vendo-o, ver-se também o Pai. 

Assim, alegremente reduzo-me a Jesus, e aceito os limites da infinita liberdade, e as contenções do amor, e as cadeias do regozijo, e a impotência dos milagres, e a fraqueza de se enfrentar o inferno apenas com a Palavra. 

Isto, hoje, todavia, é loucura para os espíritas, adeptos das religiões afro, para os católicas, para os maços e escândalo para a maioria dos Evangélicos!

Embora participe de uma determinada Igreja evangélica (palavra "evangélica" que carrega em si essa nomenclatura por conter aquilo que Jesus ensinou - o evangelho), me considero um anti-envangélico pelo simples fato de ser alguém que ama, adora e serve, aquEle que carrega em sua excência o puro Evangelho sem misturas de instituições religiosas.

Sendo de Deus (Jesus), vivo para Jesus e não para a religião.

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